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segunda-feira, 26 de outubro de 2020

A Pandemia

 


Outubro 2020, 2ª vaga da pandemia Covid 19.

O número de infectados aumenta de dia para dia, os hospitais estão a entrar em saturação sem conseguir dar conta de tantos doentes, os médicos e profissionais de saúdem tombam, também eles infectados, exaustos sem saber por onde se virar. O governo num claro desgoverno impõe medidas sanitárias: uso de máscara, limitações á circulação, aos convívios, aos serviços, etc, muitas vezes abrindo excepções sem nexo e por mero interesse financeiro. Não há medicação eficaz, não há vacinas, vai em breve deixar de haver capacidade de socorrer todos os doentes, há mortes, surtos em lares, em escolas, em bairros, em empresas, o vírus propaga-se descontroladamente.

Mas há por ai uma série de “Iluminados” que olha para isto tudo como uma farsa que apenas lhes limita a “boa vida”. Ou seja, alguém se lembrou de inventar uma pandemia só para chatear. Normalmente incluem-se neste grupo aqueles que se acham num grau superior de espiritualidade, dizem namastê e enviam abracinhos de Luz. Acham que se cura a pandemia com boas vibrações, amor incondicional e alimentos com PH acima de 14 (alimentos alienígenas certamente ou desentupidor de canos). Depois há os outros que só porque o governo diz que é obrigatório usar máscara fazem uma manifestação “anti máscara” e dentro do seu profundo conhecimento científico encaram a mascara como um atentado de falta de oxigénio aos seus poucos neurónios, negam os números, os factos, as evidências e criam umas teorias de conspiração. Ainda acrescento aqueles “cabeças de serradura” que não conseguem viver sem assistir á Fórmula 1 no meio de 27000 pessoas, os que têm de ir á festa ou ao casamento da priminha, quando as medidas sanitárias pedem que não haja ajuntamentos. Há também os outros que sofrem com o “síndrome de avestruz” em caso de perigo enterram a cabeça na areia e repetem mentalmente inúmeras vezes “isto não existe, isto não existe, estou apenas a ter um pesadelo”. Esta é de forma muito resumida o cenário actual.

Com o meu olhar crítico e pouco manso, segundo alguns também pouco espiritualizado, partidário (embora eu ainda não saiba de que partido) com falta de estudos em biologia e ciências, processo tudo isto como uma falta de valores e prioridades, de consciência e até de humanidade. Uma birra colectiva de adultos mimados, infantis (embora me pareça que as crianças se portam melhor) e incapazes de lidar com situações adversas, amamentando-se uns aos outros numa desesperada busca de colinho. Nesta situação tornando-se corresponsáveis pelo arrastar do problema, não fazendo a sua parte para chegar á solução. São bebés com corpo de adulto, irresponsáveis, dependentes das suas rotinazinhas enfadonhas, incapazes de se adaptarem a novas circunstâncias e exigências do momento.

Também não gosto de máscara, também me incomoda, mas é um mal menor perante o problema que nos confronta; Também me chateia não ter festas, nem concertos, nem farras com os amigos, mas é por um bem maior. Também a minha carteira mingua mas vou sobreviver nem que tenha que andar a cavar numa horta para ter alimentos. Também gostava de andar a passear por ai livremente, mas este não é o momento. Responsabilidade é o que é necessário de cada um individualmente se torne responsável pelo geral. Acabem lá com essas tretas negacionistas, temos um problema e só se chega á solução se pegarmos todos na mesma bandeira. Se não conseguem seguir regras não estão prontos para terem liberdades, apenas isso.

 Não tem a ver com medidas, com governos, com imposições, com medos, mas sim com consciência, responsabilidade e respeito. Isto é uma situação nova para todos nós, ou conseguimos “pegar o boi pelos cornos” e domá-lo ou esperam-nos anos em estado de sítio. Cada vez que tu…sim tu…quebras as recomendações sanitárias és corresponsável pelo agravar e prolongar este problema, pelas mortes, pelos doentes, pela insuficiência de tratamentos hospitalares. Assume-te como um adulto responsável e serás um dos heróis desta história e não um dos carneiros para abate é a separação entre o trigo e o joio entre o capricho e a responsabilidade, agora escolhe……….!

sábado, 24 de outubro de 2020

O Mundo 2020

 

"Idade de Kali", ou "idade do vício" é um período que aparece nas escrituras hindus. É a última das quatro etapas que o mundo atravessa. Escrituras como o Mahabharata e o Bhagavata Purana apresentam Kali Yuga como uma era de crescente degradação humana, cultural, social, ambiental e espiritual, sendo, simbolicamente, referida como Idade das Trevas

Ao ler esta descrição e observando o mundo a conclusão inevitável é que estamos lá, em Kali Yuga, na idade das trevas onde todas as prioridades e valores humanos estão completamente invertidos. Este sim é o caminho da autoextinção. Somos parasitas deste planeta, um erro cósmico que se vai autodestruir, esta humanidade tem de desaparecer para que se abram as portas a uma nova Era mais Humana.

Estamos a assistir na fila da frente á maior explosão da decadência humana, uma existência sem sentido, onde o Deus é o dinheiro e o poder dado a quem o tem, os sacerdotes desta nova religião. Não precisamos olhar para o mundo em geral, basta olhar para fora das nossas portas. O ser humano como individual, não existe, é um número em que mais um ou menos um não faz diferença, apenas carne para canhão. No entanto leva a sua existência miserável a acreditar que é algo superior a uma formiga, na ilusão que é livre e que faz da vida o que quer. Abram os olhos, observem: a carneirada agarrada a um telefone num jantar de família, ninguém se fala, não se conversa, apenas comem o prato de ração que lhes é colocado em frente sem tirar os olhos do bicho e a ter crises de pânico se acaba a bateria; morre um funcionário num hipermercado, tapa-se com chapéus-de-sol para não se fechar a loja na hora de “fazer dinheiro”; a teia de corrupção dos governos, a todos os níveis, roubam-nos e ainda agradecemos. Liberdade? Onde? Somos Robots escravizados a viver uma ilusão num sistema manipulador, somos o rebanho onde algum que saia da regra é eliminado e outro ocupa o seu lugar. Se vozes se levantam a questionar algo, engolimos sem contrapor a resposta mais esfarrapada, ou um “não porque não”. Temos de ser vacinados, registados, monitorizados até nos pensamentos, aliás se forem todos mentecaptos melhor ainda é mais fácil de os controlar.

Perdeu-se o valor da vida, dos afectos, das partilhas desinteressadas, da ajuda incondicional. Um velho vai para um depósito de velhos, uma criança vai para um depósito de crianças, quando menos trabalho derem os seres incapazes de produzir receita, melhor. A sociedade tornou-se assustadoramente inconsciente do seu papel humano é apenas uma máquina bem oleada de fazer dinheiro á custa dos outros, todos venderam a alma ao dinheiro, ao material, ao artificial. Criaram-se rotinas nesse sentido e algo que quebre essa rotina é imediatamente um drama mundial e mais uns comprimidos para o bucho.

Não há tempo para o pião fora do jogo, dá-se um comprimido para acalmar os nervos, um para dormir e depois outro para acordar apenas para verificar se ainda respira. Todos os “velhos reformados” são medicados para a depressão, mesmo que não tenham nenhuma, ficam mais sossegados, todas as crianças saudáveis que brincam e correm o dia todo, são medicadas para ficarem 8h sentadas numa secretária, isso é que é bonito. Quando mais ignorante melhor, não chateia, não questiona, não pensa. Aliás a capacidade de ter um raciocínio lógico, um pensamento estruturado deixou de ser comum para ser algo excepcional, nota-se uma brutal degradação da capacidade mental do rebanho.

Ainda para ajudar á festa há os que ainda pensam um bocadito e se tornam mestres espirituais, então recrutam o seu próprio rebanho prometendo essências puras e amor incondicional com dádivas voluntárias de 30 euros por “missa”. Esses ficam com o ego místico bem alimentado, com a sensação de serem seres especiais e superiores aos outros, o pior é quando parte o verniz perante as exigências da vida. Ai lá vai o anjinho vestir a capa de demo e extravasar a raiva para todos os lados.

Abram a pestana…este é o momento, depois é tarde demais. O Ser Humano (com Maiúsculas) é uma espécie em vias de extinção.



sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Nos trilhos de Gaia

Vamos caminhar pelos trilhos de Gaia, se a queres ver, ouvir e sentir deves seguir em silêncio.

Se tiveres de falar, fala baixo ou nem fales nada se as tuas palavras não forem necessárias. Quantas vezes falas só para te ouvires a ti próprio? O que contribui para o momento o som da tua voz? Sempre que falas, não ouves os cânticos antigos da sabedoria impregnada na terra, nas árvores, na água, nas pedras. Será medo? Será uma incapacidade de ouvir o teu interior? Será o ego que se quer mostrar, impondo-se ao silêncio?

Tens o telefone ligado? Desliga-o, não deixes que perturbe a música de Gaia nem quem segue a teu lado. As conversas podem esperar, não carregues o social sempre contigo, habitua-te a ser apenas tu de verdade, sem máscaras. Tens receio de não te reconhecer? Que não te ouçam, nem te vejam? De ser apenas mais um filho de Gaia, tão importante como o coelho, teu irmão que sobe pelas pedras e te olha desconfiado? Aqui não és mais, não és melhor, apenas és. Consegues lidar com a tua insignificância?

Vai sem deixar sinais da tua passagem, aprende a dançar a música da Terra, a tua música, entra em sintonia sem ser causador da dissonância. És um filho da Terra que ainda procura ser outra coisa qualquer aos olhos dos outros. É uma ilusão, não tens de ser nada mais para além da tua verdade interna.

Abre os teus olhos, presta atenção, as lições da Natureza são as melhores e mais completas e está tudo aí...basta abrires os olhos na ausência de distrações supérfluas que te perturbam e saturam os sentidos. Sente o vento, os aromas, as texturas, respira devagar. Pára a tua mente que está a pensar na chave do carro, no jantar e nas últimas noticias da tv, nada disso existe no teu momento com Gaia, apenas tu e a mãe. 

Talvez um dia, quando fores honesto contigo próprio, sem máscaras, nem disfarces, te tornes merecedor dos segredos de Gaia, ela saberá qual o momento certo para os revelar. Até lá, larga as amarras, aceita o desafio: parar de "parecer" para tornares a "Ser".

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A lenda do ARCO-ÍRIS

 


Desde sempre o arco-íris somboliza alegria e esperança, é a bonança depois da tempestade, o passar dos raios de sol entre as gotas de chuva.

De acordo com o folclore da Irlanda, no fim do arco-íris existe um pote de ouro. Mas, como sabemos é impossível chegar ao final do arco-íris apenas caminhando na sua direção. O lugar não é alcançado assim. É preciso antes encontrar o duende que esconde lá os seus tesouros, e negociar o pote com ele. Foi o que aconteceu, certa vez, a um rapazinho muito humilde...

 A família era muito pobre, desde que o pai morreu, a mãe lutava para sustentar todos os filhos e pagar todas as dívidas que tinham e só pareciam aumentar. Um dia, pediu que o mais velho fosse até o rio pescar alguns peixes para o jantar. Mas chegando perto do rio, viu um movimento estranho perto de um arbusto. Seria um coelho? Sua mãe poderia fazer um assado delicioso se fosse... Mas não era! Era ainda melhor! De costas para o menino, remendando um colete verde, estava o Leprechaun. O rapaz não teve dúvidas, esticou o braço devagar e pegou a criatura! Um fato sobre duendes que eu não mencionei... Quem captura o Leprechaun, dizem, tem direito a um pedido ou pergunta. O menino sabia que o Leprechaun era cheio de truques e sabia como fugir das pessoas. "Onde fica o tesouro?", perguntou. "No final do arco-íris!", respondeu o duende, desaparecendo logo em seguida.

 Ele ficou muito triste. Já anoitecia e ele voltaria para casa de mãos vazias, sem o pote de ouro e mesmo sem os peixes que a mãe havia pedido. Chegando em casa, o rapaz apressou-se em contar para a mãe e para os irmãos pequenos que apanhara o Leprechaun, mas fora enganado. "Eu sei qual foi o seu erro.", disse a mãe. O menino olhou intrigado. "Você fez a pergunta errada. Ele respondeu e foi embora. Se algum dia o pegar outra vez, não se assuste, apenas peça para ele te levar diretamente para o pote de ouro."

 Algum tempo depois, o menino pescava naquele mesmo rio, quando viu um movimento estranho naquele mesmo arbusto. Lá estava o Leprechaun! Ele esticou o braço, segurou firme e decidiu que não soltaria por nada, lembrando-se das palavras da mãe. "Olá outra vez, rapazinho!" O duende olhava para ele com uma expressão maliciosa. "Desta vez você não me engana! Leve-me até o pote de ouro!", o menino pediu. O Leprechaun ainda tentou se esquivar, fazendo cara de susto e gritando "corra, vem aí um touro bravo!", mas o rapaz não se deixou enganar. "Já disse o que quero, o pote de ouro, ou não te vou soltar!". O Leprechaun suspirou... "tudo bem, você venceu." E sobre o rio apareceu um arco-íris, o pote de ouro bem aos pés do menino. Em seguida, o Leprechaun desapareceu. O menino pegou o pote e foi para casa. Sua família pagou todas as dívidas e teve uma vida de fartura, pois o pote nunca se esvaziava.

Pegue uma folha de papel e desenhe um grande pote. Agora preencha-o com palavras, desenhos e recortes daquilo que significa para si a abundância, o que não pode faltar na sua vida. O pote de ouro não nos faz pensar apenas na riqueza material, mas também nas riquezas do mundo interior, nos bons sentimentos e na presença de pessoas especiais na nossa vida... O que tem dentro do seu "pote de ouro"?

Inquietação

 

Anda no ar uma inquietação, sente-se na pele, nas conversas ríspidas, nas posturas tensas. Quase dá vontade de meter na toca e não sair mais até mudar a vibração. Queiramos ou não acabamos por ser afectados, buscamos um conforto que não está em lado nenhum, muitas vezes a resposta á nossa busca é brusca e quase demente. Se não nos resguardamos ficamos na mesma. É difícil estabelecer a linha entre a lucidez e a impulsividade. Perdeu-se a noção de valores, de prioridades, apontam-se dedos sem escrúpulos, trocam-se acusações sem fundamento, grita-se, esperneia-se e nada muda.

Onde estão os sorrisos? Onde estão as brincadeiras? Quando posso de novo falar sem ofender nem ser ofendida? Onde estão os sonhos, os ideais? Vocês vivem ou apenas sobrevivem? A vossa felicidade é o sofrimento do outro? É derrubá-lo? Porquê? O que está a ser alimentado ai dentro? Nunca, mas nunca vi tanta gente desnorteada, mesmo sem Norte, sem destino, a caminhar dia-a-dia para lado nenhum, sem vontades, sem objectivos. A remoer o que corre mal em vez de se esforçarem pelo que podem alcançar de melhor, mas desistiram todos de ser felizes? Estão apenas á espera da morte?

Outro dia apenas por ir a sorrir, ouvi logo o comentário amargo “A vida daquela corre bem, deve estar cheia de dinheiro”, tive logo de amarrar o sorriso para não receber mais pedras. Dinheiro? Mas dinheiro é que nos põe um sorriso na cara? Não pode ser o Sol, uma paz interna, a liberdade de sorrir já não existe? Sorrir apenas porque sim.

O ser humano está-se a transformar, mas em quê? Num bando de máquinas cumpridoras de rotinas e ganhar dinheiro? São marionetas nas mãos de quem ou do quê? Onde está o Ser Humano com letra grande? Já raramente o consigo encontrar. Se o tento levantar, mostrar caminhos mais alegres, é porque sou alienada da realidade que a vida não é como a pinto? Não é? A minha vida tem os tons das tintas que eu usar para a pintar, nem mais, nem menos. Não espero facilidades, mas não encaro as adversidades como negros melodramas em vidas que se tornaram filmes de terror.

Tudo corre de um lado para outro, tudo tem de ser e fazer mais e melhor que o outro, todos têm de ter a doença mais difícil de curar, a vida mais sofrida, o problema mais grave, parece que isso agora é  bandeira pessoal. Mas vocês vivem a competir com o outro? Olhem para vocês


, em que andam a desperdiçar a vida? E ainda criticam quem a vive á sua maneira.

Mães têm filhos e lamentam o trabalho que dão, a despesa que fazem, os problemas que têm, porque não falam das alegrias que dão? Fala-se muito da dureza da vida e porque não dos momentos que nos fazem sorrir? É muito mais popular falar das desgraças do que das alegrias. O que realmente pretendem com isso? O mundo está um verdadeiro “muro das lamentações” em que o comum é arranjar as mais esfarrapadas desculpas para justificar a falta de viver.

PÁRA TUDO! Vamos sair deste buraco, comentem com alegrias, coisas boas, o que a vida tem de bom, o que gostam de fazer, onde está a vossa paz, o que gostavam de aprender, de fazer, de alcançar, o que vos entusiasma e motiva. E agir neste sentido em vez de ficar enredado no “labirinto das lamentações”, no rol de desculpas que criam para não caminharem por um trilho que vos motive e entusiasme.

O inicio

 Bem-vindo ao Bosque do Bardo.

Um dia acordei e simplesmente apeteceu-me criar um blog. Um bosque virtual onde posso fazer das minhas escritas uma partilha com quem me quiser ler não serão muitos certamente, apenas para os que aqui chegarem no fluir das suas pesquisas e tenham paciência e interesse nos meus devaneios. Também uma forma de juntar as minhas folhas soltas num único local, como um grimório.

 É "Bosque" porque é natureza, é a magia de uma vida dedicada aos mistérios da Mãe Terra e do Pai Céu num registo pagão, sem dogmas, nem imposições, apenas deixando fluir os ciclos de inspiração. Sou "bicho do mato" logo o bosque é a minha casa, o meu porto seguro.

É "Bardo" porque é comunicação, partilha de conhecimento, pensamentos e histórias e é exactamente isso que lhes compete como missão. Em tempos antigos cantavam os seus poemas e feitos do reino, mas como não me querem de certeza ouvir cantar é melhor ficar apenas pela escrita.

Não consigo antever o que será partilhado, não lhe consigo dizer vou escrever sobre A, B ou C, não sei, é o que sentir a cada momento, o que me inspirar, o que me apetecer. Também não procuro aprovação social do que partilho, nem muitos "likes", nem seguidores, apenas que a quem eventualmente me lê, leve alguma coisa útil para o seu próprio desenvolvimento. Caso se irrite com o que aqui será dito, leve isso como um tópico de autorreflexão, onde este texto me tocou para me irritar? Qual o meu demónio interno que foi acordado? Se por outro lado sentiu sintonia com o texto, reflicta sobre isso no sentido de compreender como pode levar isso a servir em seu benefício.

Fique á vontade para caminhar e descobrir este bosque!

/|\  AWEN



Somos Rafeiros, gostem ou não.